quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Feliz Natal

Para todos que passarem por aqui o nosso desejo do mais Feliz e abençoado Natal.
Que o espírito de Natal e amor de Jesus permaneça em nós e possamos partilhar com os irmãos os nossos dons e nossos bens.

Katharyna, assuma o comando. Eu volto em janeiro cheia de novidades e receitas.

Um Ano Novo cheio de amor, realizações, saúde e muita paz.


Fonte: Gettyimages

Beijo enorme

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Ela é MÃE



As vezes a aflição é tanta que eu rogo a Deus, mas não consigo fazer uma oração ou prece e súplica corretas, racionais, com objetividade. Nessas horas, sempre, todas as vezes, recorro a MARIA, minha mãe querida, nossa mãe que intercede e pede a Deus por mim, me acode e ajuda pra que Deus me conceda a graça pedida. E ELE sempre me dá mais do que mereço.

Como ela tem me socorrido, como tenho, todos os dias, provas da sua poderosa intercessão, como aprendo e chego até Deus através dos exemplos e carinho de Maria, a mãe de Jesus e nossa.

Hoje foi mais uma (depois de milhares), obrigada minha Mãe por todas as graças alcançadas por meio da sua poderosa interceção. A de hoje foi mil.

Obrigada Senhor!
Obrigada por tudo e porque nos deu Maria, o auxílio e proteção dos cristãos.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Bolo de chocolate na preparação pro Natal

O tempo tem sido curtíssimo, mas já estamos com árvore e presépio prontos. O meu ajudante mor, todo animado, é quem mais me incentiva a encher a casa de enfeites natalinos.
E é uma delícia viver esse clima com ele, que sabe do significado do Natal e acha que as crianças e todas as pessoas precisam de ajuda e de amor "pra ser felizes o ano todo", não só no Natal.
Inspirada na linda árvore da Faby, do Rainhas do Lar enchemos a nossa árvore de anjos e laços com "saquinhos dos desejos" de: saúde, amor, Deus, fé, alegria, amizade, sorrisos, feliz natal, etc. desejos nossos e do Bê, que escreveu a maior parte dos nomes nos saquinhos de pipoca e eu amarrei.





As bolas de silicone dele tinham que entrar em algum arranjo.


* Pra você e a dinda matarem um pouco a saudade, viu tia Kaká?

E pra carregar as baterias, o bolo preferido e mais repetido por aqui


2 ovos
200 ml de leite de coco
200 g de manteiga
1 ½ copo de açúcar
1 pitada de sal
Raspas de um limão
Bater por um minuto no liquidificador

A parte misturar
2 copos * de farinha de trigo
1 colher de sobremesa de fermento
1 copo de chocolate em pó (uso do padre)
Peneirar e colocar a mistura do liquidificador.
Bater bem até ficar bem fofo, o fermento começando a agir.
Mais ou menos uns 5 minutos. Coloquei pedaços de chocolate meio amargo dentro da massa antes de assar.
Forma untada, forno médio. Assar até que enfiando o palito ele saia seco.
* Copo de requeijão

Cobertura:
200 g de chocolate meio amargo
1 caixa de creme de leite
Levar ao microondas por 1 ou 2 minutos.
1 colher sopa de licor de chocolate
Misturar e empregar.

Esse foi decorado com raspas de chocolate branco

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O tempero de Capitu


Não quero falar aqui dos ingredientes que costumam compor uma bela produção televisiva. Desses todos já sabem. Quero falar do tempero que nos deixa sem palavras ao assisistir a microssérie Capitu: a paixão.

Arrisco dizer leigamente que se Dom Casmurro, Capitu e Escobar são o triângulo amoroso mais marcante da literatura brasileira, Capitu - a série - é a melhor produção feita pela Globo. E fazer o caminho inverso, das páginas do livro para a tela, nem sempre é tão fácil. Daí a minha impressão deste ter sido um trabalho apaixonante. Percebo esse sentimento em cada detalhe da série.

Entre o teatro, os elementos de coreografia, a narrativa perfeita do Michel Melamed, a música-tema Elephant Gun (Beirut) e a direção primorosa do Luiz Fernando Carvallho é que eu me vejo em ressaca, tal qual os olhos daquela moça. Não sei vocês, mas eu estou aplaudindo de pé cada capítulo. Pena que já acaba na sexta-feira.

Por ordem de importância, listo aqui alguns links bacanas:

Para comprar o livro: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=313629&ID=BD198B247D80C0B10391E0852 - Na boa, conhecer a obra é fundamental para compreender a série e valorizar ainda mais o trabalho da equipe que a produziu.

Para ver a série: http://www.capitu.globo.com/

Para conhecer mais da música: http://www.lastfm.com.br/music/Beirut/+images

Of topic: dias corridos em tempos de fim de ano. Em breve novos posts culinários voltarão a dar sabor a este espaço.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Bolo Zebra outra vez



Desde que eu fiz o Bolo Zebra pela primeira vez tenho feito sempre que acontece um evento especial. A receita está aqui. A receita da massa é de um bolo que costumo fazer aqui em casa e não a receita do bolo que tem lá no Rainhas do Lar.
Nos últimos dias ele foi pro encerramento do inglês do Bê e fez a festa dos amiguinhos que vieram passar o sábado aqui.
Modesta a parte, sempre fica lindo e enche os olhos da criançada e a aranha tem que ir, ela é quem dá o charme e eles ficam encantados. Como não tirei foto dos últimos estou repetindo as do post da 1ª vez do bolo.



terça-feira, 2 de dezembro de 2008

E vamos botar água no feijão!

Eu já tinha visto algumas entrevistas e lido várias reportagens sobre As Mulheres de Chico, um grupo percussionista que na levada das canções do poeta carioca Chico Buarque faz qualquer um cair no samba. Até os mais travados no molejo!!!! Eu só não sabia que depois de me esbaldar no samba, iria para a cozinha em ritmo de Feijoada Completa.

A inspiração foi além da feijoada convencional da canção e eu fiz meu Feijão branco com camarão. Quem provou gostou. Espero que seja do seu agrado também.

Lave 500g de feijão branco. Depois, pode cozinhá-lo na água e sal, numa panela de pressão.

Enquanto o feijão cozinha (isso demora no máximo 30 minutos porque este é mais molinho que os outros), pique uma cebola branca, um tomate, meio pimentão verde e junte 4 dentes de alho amassados.

Refogue tudo usando duas colheres de sopa de azeite de dendê. Ficou douradinho? É hora de acrescentar um quilo de camarão descascado. Sabe o ponto do camarão, não é?! Basta ficar rosadinho que já está bom. Acrescente um litro de leite integral e dois vidros pequenos de leite de coco. Coloque o feijão (cozido e sem o caldo) e espere levantar fervura. Agora é hora de acertar o sal ao seu gosto. Para finalizar coentro e cebolinha picadinhos.

E de acompanhamento qualquer pexinho com arroz branco fica ótimo.

Olha que formosura meu feijãozinho:


Bom, Seu Chico, nesse caso, acho melhor não colocar água no feijão não. Sabe como é, né? O senhor manda bem na música, mas quem manda melhor no meu feijão sou eu. Fica triste não, quando eu fizer de novo te convido só para você entender o porquê.

Ah! Falando em feijoada, sábado será minha estréia numa escola de samba carioca. Tem feijoada da Portela. Me ensinaram que eu preciso ensaiar com meias pra conseguir o requebrar como as cariocas. Já estou ensaiando, claro!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Quer almoçar comigo?



Salada de bacalhau com pimentões coloridos:

Cozinhe até fica al dente um pacote de penne em água, sal e um alho inteiro.

Enquanto a água estiver fervendo refogue no azeite meia cebola em rodelas e a metade de pimentões coloridos (eu usei verde, vermelho, amarelo e roxo - mas o roxo fica branco quando frito, como pode?!). Depois de refogados acrescente 600g de bacalhau já desfiado e dessalgado, junte azeitonas de sua preferência e deixe selar mais um pouquinho.

Decore sua salada com cheiro verde fresco e alho torradinho (aqueles que já vêm pronto e são lindos!!!).

E aí, você vem almoçar comigo hoje? Então corra que eu estou faminta e a vizinha de cima já falou pela varanda: "hum, o negócio tá bom aí hoje hein, Dona Katharyna!". Tá mesmo, Vicência, tá mesmo!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Hoje eu tomei um banho frio

Meu aquecedor quebrou e a água que caiu sobre meus cabelos era de congelar. Dei um berro e fui esquentar água no fogão.

Escuto no rádio a notícia de que em Santa Catarina água é luxo, comida está cada vez mais escassa e pelo menos 86 famílias choram a perda de seus entes, outras milhares choram a perda se suas histórias.

Preciso confessar, a facilidade da vida moderna nos tornou num bando de idiotas. O que é que custa eu tomar um banho frio? Que falta faz um aquecedor quando não se tem água limpa pra beber ou comida para comer? Santo Deus, misericórdia pelas minhas idiotices!

Santa Catarina fica aqui ao lado e precisa tanto da gente. Se eu e todo o resto da humanidade continua dando valor às banalidades da vida, não demora muito e o sertão vai virar mar, como diz a canção.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Para Francisco



Hoje eu quero falar do livro PARA FRANCISCO, da Cristiana Guerra, uma guerreira que colocou para fora a dor da morte súbita do Guilherme, pai do Francisco, seu filho lindo, dois meses antes dele nascer no blog http://parafrancisco.blogspot.com/.
Acompanho o blog desde o começo, choro todas as vezes que leio os post da Cris, carregados de sensibilidade e amor. Lá ela conta pro Cisco a história linda que viveu com o pai dele e da sua vida.
Admiro muito a sua força, o seu amor pelo Cisco, pelo Gui, família, amigos, pela vida, ela nos dá muitas lições bacanas e uma porção de exemplos de superação.
Torci muito pro livro sair e tô na torcida pro filme, o mundo precisa conhecer a força dessa mulher e mãe maravilhosa, exemplo pra tanta gente e se contagiar com a sua doçura e delicadeza. Devorei o meu livro numa sentada, no dia que chegou.
Tá lindo, como tudo que ela faz, e é uma excelente sugestão pra presente de Natal.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Esse post são dois posts. Um sobre o amor de vocês em elogios e... É melhor que vocês leiam...

A todos vocês obrigada pelo elogio ao meu bolo do laranja, vou confessar que fiquei "me sentindo" heheheh (no bom sentido, claro!). Foi uma delícia saber que decifrei um sabor e realizei uma receita assim.

Não agradecerei nominalmente porque estou num cyber, já que na minha rua ninguém está acessando o velox ou telefonia fixa. Nem conexão via wap tá rolando. Estamos desconectados do mundo. Caiu um temporal aqui no Rio ontem daqueles. Quase fui chamar o Tom Jobim pra saber se as Águas de Março podiam ser derramadas assim no mês de novembro.

Como não sei se sou telepática, nem posso usar o telefone convencional também destruído para outros posts convoco a Sra. Karla para assumir a fofocagem culinária do As Marias. Afinal ninguém me aguenta mais por aqui!

Até a Oi se redimir comigo vou ficar com essa música que é linda, mas quando entra na minha cabeça até me irrita.

É pau, é pedra, é o fim do caminho (...)

Em tempo: Eu amo de paixão o Tom e a Elis. Só não posso dizer o mesmo da "atendente virtual" da Oi. Eu me sinto uma idiota tendo que responder ao "OI... Eu sou sua atendente virtual. Para poder lhe ajudar me diga qual é o seu problema." Eu digo, puta da vida (ops...foi mal) e ela responde: "não entendi, você pode repetir?" Eu repito. Ela diz, "entendi seu problema é auxílio técnico. Aguarde e já irei tranferir a sua ligação para um operador". Penso que agora vai... A ligação cai.

Eu ligo de novo, repito de novo, repito a repetição de novo ela me manda pro operador de novo e a ligação cai de novo.

Eu ligo pela terceira vez e a história se repete pela terceira vez.

Eu ligo pela quarta vez. Novamente a atendente pergunta qual é o meu problema, eu digo que ela é o meu problenma que eu preciso falar com uma pessoa de carne e osso. A ligação cai de novo.

Tento o chat da OI e a p%¨&%$%$ da atendente está aqui no site também. O que eu faço? Encomendo a morte da pessonhenta? Ou faço minha catarse aqui no blog? Eu preciso evoluir. Eu preciso evoluir, I know - Mas a OI também precisa!!!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Meu bolo de chocolate com laranja

Se promessa é dívida, aqui estou para pagá-la. Lembram que estava dias atrás tentando fazer um bolo de chococlate com laranja que eu havia comido no restaurante Lalatesh - Ateliê de comida lá em Pernambuco?

Finalmente consegui fazer o bolinho que sofreu modificações do original, mas que foi aprovado com louvor por quem experimentou.

Olha só, que fofinho meu bolinho...


Fiz assim...

No liquidificador bati:

3 ovos inteiros
5 colheres de manteiga derretida
1 xícara de chocolate (não pode ser achocolatado não, hein?!)
1 xícara e meia de açúcar
1 caixinha de creme de leite.

Bata todos os ingredientes por cinco minutos. Depois ligue o forno pra ir aquecendo previamente. Unte uma forma redonda tamanho médio. (Sim, a massa rende muito!!!)

Agora despeje numa bacia a massa líquida e vá misturando com um fouet (isso mesmo, é na mão que você fará essa outra parte da receita!!!!):

2 xícaras de farinha de trigo peneiradas
1 colher de sobremesa de fermento.
5 colheres de amêndoas picadas

Coloque na forma untada e enfarinhada e asse por uns 30 minutos.

Para o recheio de laranja:

1 pote de geléia de laranja (use uma marca honesta porque existem muitas versões cheias de açúcar no lugar da fruta e isso perde a graça da geléia...)
1 cálice de vinho do porto
3 cálices de água

Ferva tudo um pouquinho só pra ficar uniforme.

Depois do bolo assado, corte-o ao meio e passe a geleia de laranja.

Cubra e regue com uma caldinha de chocolate luxo-absoluto:

15 colheres de sopa de leite
6 colheres de acholotado (agora sim pode usar aquele que todo mundo conhece rsrsr)
1 colher de sopa de manteiga
canela em pau e cravo da índia para perfumar.

Deixe ferver e continue mexendo por uns 3 minutinhos. Pronto!!!!

Tome um delicioso banho, perfume-se e prepare-se para os elogios. "Eles virão, em galões!" - como diz meu sogro português!!

Ah, fiz essa receita ouvindo Maria Rita, porque era pro meu amor que eu estava preparando mesmo. Escuta aqui!!!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

"Eu e o cajá, o cajá e eu - juntinhos!!!"

E como diz a canção:

"juntinhos sempre lado a lado, nunca mais você mais me esquecer (bis)"

Thanks god! Foi exatamente o que pensei quando vi a maravilha que a Garoto fez para mim, atendendo as minhas preces (modeeeesta)....


Eu que sou louca-alicinada-fissurada-maníaca-compulsiva por cajá. Que pago a fortuna de R$ 6,80 por duas míseras polpas da fruta, só para ter esse sabor refrescante nas minhas tardes de calor carioca, fui agraciada pela maravilha do picolé de cajá!!!

Posso dizer que me tornei uma expert em diferenciar todas as variedades de cajá, seja ele cajá-manga, umbu-cajá e cajarana. O cajá é o menor de todos, é doce, levemente ácido e tem um perfume que só sentindo.

Vai por mim, o bendito é o que faltava para deixar seu verão bombando e só tem 54 calorias. Óia só, comadre, que loucura-loucura!!!

O que é que você quer mais da vida?

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Selinho

Olha que gentil a nossa amiga Andreia Almeida, do Maria Embonecada, nos enviou.


Um selinho lindo de viver! Obrigada, Andreia. Muito fofa, você!
Beijos,
Katharyna e Karla

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Registros de uma deliciosa viagem a Registro (SP)

Desde meus oito anos de idade, quando saía de Pernambuco para São Paulo, ficava fascinada por essa pequena cidade no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. Ouvia falar nas plantações de banana, nas fábricas de chinelo e esteiras de palha, no chá preto que dali era comercializado para todo o país.

Vinte anos depois voltei à cidade, desta vez com dois filhos a tira-colo e Registro continua uma cidade e tanto. Primeiro, tem um povo alto astral. Formado por uma população de quase 70% descendentes de japoneses, lá tem um tanto de nordestino da minha terrinha que eu gosto muito. Segundo, que eu guardo de lá as melhores lembranças da infância, do primeiro namorado (heheheh) e tem uma cultura que é muito bacana.

Meu filho de 4 anos achava que estava dentro da cidade da Pucca, pela arquitetura de alguns prédios.

Na noite de finados, uma data muito triste para nós brasileiros, acontece por lá uma celebração belíssima à vida após a morte é o Tooro Nagashi. Segundo a prefeitura, este ano 15 mil pessoas estiveram ali homenageando lindamente os espíritos dos mortos.

Em barquinhos feitos de bambu, cobertos por uma luminária de papel de seda, milhares de velinhas desceram o leito do Rio Ribeira junto com o pedido de que os espíritos fossem para um lugar de paz. Pena que não consegui tirar nenhuma foto publicável dessa parte do evento ;(

Não há nada de tristeza na cerimônia, ao contrário. Come-se e bebe-se de tudo o que há de melhor na culinária nipônica - e da brasileira também. A festa tem danças, lutas de sumô, idosos e crianças juntos celebram a alegria da vida e animam-se na esperança de uma outra vida melhor após a morte. É sem dúvida, a festa mais bonita que eu já vi naquela cidade. E com os 100 anos da imigração japonesa para o Brasil, imagine só...

Aqui, meus registros da bela Registro...


Crianças lutando sumô.

Havia origamis de todas as formas. Eu adorei esse mensageiro do vento.
Doces... muitos doces!

Uma dança típica pra todo mundo entrar no ritmo. Nem sei como descrever a delicadeza das músicas que tocavam nesse momento.

Então, se você passar pela Rodovia Régis Bittencourt, entre São Paulo e Curitiba aproveite para conhecer Registro. Aposto que você vai adorar!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Heranças

Farinha no almoço.
Pão francês molhado no café com leite.
Tapioca de coco e queijo coalho.
Banana com mel de engenho.
Rapadura raladinha com queijo coalho.
Caldo de feijão mulatinho molhando o macarrão.
Cuscuz com ovo mexido.

E meu coração nordestino se derrete ao ver meus dois carioquinhas, repetindo naturalmente hábitos desta pernambucana que vos fala, ou melhor escreve.

Amo vocês!!!!!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Lembrei!

Tantas e tantas as especulações minhas e de todas vocês do que poderia saciar minha fome e bastou um cochilo no sofá pra eu sonhar muito com meu lindo Recife.





O sabor que eu procurava estava bem aqui, no Marco Zero do Recife, subindo uma escadaria ao lado da Bolsa de Valores, este prédio aí em tons de rosa e branco. No Lalatesh - Ateliê de Comida, salvo engano, de uma paranaense chamada Lavínia, que eu AMAVA de paixão, mas como tinha pouca grana na época, só passava por lá para comer as sobremesas.


Lembro que numa noite de fevereiro ela experimentou uma sobremesa nova, que estava fora do cardápio. Era um bolo de chocolate molhadinho com recheio de geléia de laranja. Coberto por um suspiro levíssimo e com lascas de amêndoas. Ela disse assim, toda linda, "experimentem, vejam se a porção está de bom tamanho". Ainda sequer tinha sido batizada a tal sobremesa. Ah! Se ela soubesse do sabor que aquela sobremesa tinha. Da porção que de tão perfeita, acalentava o estômago e a alma.


Acho que aquele dia foi a única vez em que me dei ao luxo de fazer uma refeição completa. Não lembro do que comi antes, mas lembro da sobremesa. Eu e o namorado, com quem estou casada hoje, ficamos a falar do talento que aquela moça tinha.


E depois do brinde final, corremos para a sacada do restaurante. Era a abetura oficial do Carnaval do Recife e Naná Vasconcelos, percussionista de primeira, reunia mais de 500 alfaias, todas as Nações de Maracatus estavam ali batucando, diante dos nossos olhos, tocando divinamente Trenzinho Caipira, de Villa-Lobos.


Coisa linda que até hoje, me enche os olhos de lágrimas.


Mas deixa eu parar com essa melancolia, vou correr até o mercado e tentar fazer a tal sobremesa. Se é que o Lalatesh me permite essa ousadia...


Um cheiro =)

Em tempo: mostrei um vídeo de 2005, que pela qualidade do áudio só mesmo quem conhece para saber da maravilha que é esse arranjo de Trenzinho Caipira, prometo que pesquisarei com calma e colocarei uma versão melhor.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Síndrome de Hamlet - ser ou não ser, eis a questão.

Passei o final de semana assim....

Querendo comer uma coisinha gostosa, mas não sei bem o que. Sei apenas que é uma coisa doce. Que tenha canela, mas não seja muito doce. Mas não quero banana com canela, nem maçã, nem cookie, nada disso.

Mas pode ser sem canela também. Caindo mais pro chocolate. Ah, se tiver um azedinho no meio do doce, vai ser uma boa! Não é nada tipo limão e chocolate. Não. Os sabores precisam se confundir. A única regra é que eu saiba de fato cada ingrediente que comerei.

Eu tenho dias em que a minha barriga e o meu cérebro não se entendem. Coisa pouco prática, isso, não?!

Resultado, já é segunda-feira, começou o corre-corre da semana e ainda estou querendo alguma coisa. Só não sei bem o que. Rááááá.....

;)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Pernambuco in Rio

Basta saber que tem alguém vindo para essas bandas que mamãe arruma uma "caixinha", e diz cheia de modéstia, "ô minha filha, foi de última hora, depois mando uma coisinha melhor, não repare não, viu?".



Queijo de coalho de Venturosa (PE), sequilhos de Triunfo (PE), Nego Bom 'do Bom' de Bezerros (PE) e doce de leite em barrinha de Agrestina (PE). Vixe, que ela varreu todos os mercados para encontrar as coisas que eu e os netos amamos. Ficou fora da foto: Pipoca salgada, queijo de manteiga e bolacha sete capas - que merecem um post à parte.

Eu poderia comer tudo isso aqui na Feira de São Cristóvão, mas vindo com carinho assim, de mãe, é bem melhor.

Agora diz, e se não fosse "de última hora" o que mais eu teria recebido? rsrsrsrsrsrs
Essa sombra aí na foto é o Téo no meu colo com a mão esticada dizendo, "qué, qué!" - aproveita filho que sua vó adooora!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Cottage + peito de peru = felicidade suprema


Receitinha fácil, inventada por moi num dia de Fluminense x Vitória, para acalmar os corações torcedores que habitavam na minha sala.

Se bem que esse papo de 'inventado' é puro blá, blá, blá. Porque nossa memória esconde nossas referências até de nós mesmos.

Mas vamos à receitinha que fluiu também na base do olhômetro:

- 1 potinho de queijo Cottage
- 100g. de peito de peru fatiado e depois cortados em quadrados minúsculos.
- 2 cl. de creme de leite sem soro.
- creme de cebola em pó para acertar o sal da mistura
- orégano e noz moscada para perfumar.

Misture tudo delicadamente pra não desfazer os gominhos do cottage. Se precisar de mais creme de leite para dar a liga, confie no seu taco e acrescente o quanto quiser.

Para acompanhar qualquer torrada, pão ou biscoito salgado já está de bom tamanho. Mas...

Como eu queria que muita energia positiva para aquele jogo, corri ao Zona Sul (mercado carioca bom toda vida) e comprei duas pizzas brancas, só com orégano e sal grosso (pois achei que se colocasse o alecrim costumeiro, ia ter aroma demais no belisquete - eu estava certa!).

Ai, ai. Cervejinha Skoll pra quê te quero?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Quem é o verdadeiro refém?


Duas jovens. Um maníaco. Dezenas de policiais e autoridades. Milhares de corações aflitos. A tragédia consumada.


O que dizer de um país que entrega sua cidadania de mãos beijadas à imprensa? É ela quem cobra explicações do roubo às contas públicas, é ela quem questiona as leis de trânsito, é ela quem alerta sobre as mazelas sociais. Mas, infelizmente, é também ela quem se alimenta de acontecimentos trágicos, que falseia a necessidade da informação, para justificar a banalização dos sentimentos e garantir audiência.


Definitivamente, duvido, que conhecer a intimidade de um cárcere seja do interesse de alguém. Qualquer pessoa com o mínimo de sensatez, preferiria a alegria de uma boa notícia vinda de uma autoridade policial ao endeusamento de um fedelho que nem de longe conhece o sentido real da palavra "amor".


Liberdade de imprensa combina com responsabilidade pelos seus atos! E tenho dito.

Carne do sol com farofa de cenoura

Sábado é dia de feira, dia de encontrar feirantes cheios de histórias e sabedoria, receber sorrisos, além das lições de vida de pessoas simples e ainda dar boas risadas. Como eu gosto disso.
Aqui sempre tem carne do sol no almoço, com um feijãozinho verde, arroz branco, farofa e salada para acompanhar.
Ficou boa, muito boa.

Carne do sol
Dou uma fervida para tirar o sal e frito na manteiga de garrafa com cebola roxa numa frigideira de barro onde esfrego alho antes.


Farofa de cenoura:
Cebola picada, alho amassado, azeite e manteiga meio a meio e só um pouco porque gosto de farofa sequinha, deixo dourar, acrecento uma cenoura ralada, farinha de copioba e cheiro verde picadinho.


O feijão é o mesmo que tem aqui nos arquivos.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Hoje vai ter uma festa!


Hoje As Marias festejam o aniversário da nossa irmã Jussara (Kaju), que é uma mulher incrível, uma mãe maravilhosa, uma esposa apaixonante e, sem nenhuma modéstia, uma quituteira de primeira linha!


Da Bahia seguem um tanto de beijos e abraços. Daqui do Rio, mando mais beijos e "carinhos sem ter fim".


E pra Jussara tudo ou nada? Tudoooo!!!!!!!!!!!!!!


Pessegada

Marido foi à Vitória - ES e trouxe essa caixinha fofa com um doce maravilhoso lá de Ibiraçu, onde existe uma parada obrigatória com doces, artesanato, comida boa e tudo que a gente gosta.

É uma pessegada feita em Pelotas - RS, deliciosa, com pouco açúcar e um acentuado sabor da fruta. Na caixinha ainda tem a história da Vó Tota, doceira tradicional de lá. Comemos pura, com sorvete, com creme de leite e todas as combinações deram muito certo.


A pessegada me lembrou o doce de laranja da terra de Triunfo-PE, a venda no Parraxáxá em Recife, que é de comer rezando. Feito por Cecy uma doceira de mão cheia.
Quem está em Recife e não conhece, precisa provar.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Você já riu hoje?

Se você não deu uma bela gargalhada é porque ainda não conhece um bebê lindo e gostoso, que pelo visto está muito feliz em seu cadeirão, de babador e tudo, esperando para se alimentar.

Até a Rainha Elizabeth II se rendeu ao charme deste sucesso do youtube.

Óia só ;)

Beijos, Katharyna =)

É dia de feira, quarta-feira, sexta-feira, não importa a feira...

O que fazer com as crianças num dia de semana, quando não se tem escola? Resolvi levar meus filhos e outros quatro amiguinhos à pracinha do Bairro Peixoto, aqui no Rio. O lugar é legal, os brinquedos são bons e... havia uma feira livre deliciosa, para nossa surpresa! Eu sou uma apaixonada por feira livre e, pelo visto, aquelas crianças também ficaram.

Logo na chegada um feirante simpatissíssimo abriu aquele sorriso largo e disparou "banana para ter energia e aproveitar a pracinha" e já saiu distribuindo a fruta para todos os meus pequenos. Eles se fartaram. Mais adiante, outro rapaz diz: "melancia que refresca e tá calor!" A meninada grita: êêê!!!! E já foram esticando as mãozinhas para chupar a melancia. Mesmo sujos eles sairam em disparada para os brinquedos e eu fiquei de olho comprido nas bancas. Pensei em tanta coisa pra colocar aqui no blog, mas o pensamento era cortado, porque eu tinha que vigiá-los.

E já que todos iam lá pra casa depois da brincadeira, resolvi buscar ali mesmo na feira ingredientes para fazer, com eles, o que batizamos de "Comida de Tiranossauro Rex" - com muita sustância!

Cada um escolheu o legume que quis: batata inglesa, cenoura, batata baroa, abóbora, chuchu. As meninas montaram um buquê lindo com alecrim, manjericão, cebolinha, salsa e coentro. Foi quando eu ouvi uma vozinha: "tia eu gosto de um quejinho na comida". Ahá... Havia queijo coalho na feira! E a cada achado eles comemoravam, arrancando risos de quem estava por ali.

Em casa, já com as mãos lavadas eles me ajudaram a passar os legumes no cortador, em água fervente coloquei o buquê das meninas, um fio de azeite e sal para cozinhar todos os legumes. Depois de cozidos coloquei uma caixinha de creme de leite para misturar, queijo coalho em cubinhos, umas lascas de presunto e orégano seco.

Forramos um refratário com massa de empada (trigo + manteiga + sal + uma gema de ovo) , recheamos com a mistura "saudável". Aí, foi só dar banho na molecada, enquanto assava e depois almoçar. A comida de dinossauro foi servida com bifinhos e arroz branco.

Comeram até "raspar o prato", depois assistiram um filme e quem disse que queriam ir pra casa?




Não fotografei a Comida de Tiranossauro Rex (vulgo, empadão de legumes) porque eles mesmos quiseram se servir. Dá pra imaginar que o bichinho não ficou tão fotogênico assim, né?! rsrsrs



terça-feira, 14 de outubro de 2008

Papéis, papéis e mais papéis...



Houve um tempo em que as donas de casa promoviam chás e se encontravam em reuniões concorridíssimas para conhecer produtos que vieram revolucionar a vida das administradoras do lar. Eram as chamadas Reuniões da Tupperware, a famosa linha de potes plásticos e afins que colocaria ordem nas geladeiras e nos armários brasileiros.

De fato, cada reunião era muito gostosa, cheias de comes e bebes desfilando sobre os utensílios nas mãos das clientes em potencial. Estou falando de uma fenômeno de vendas que movimentou cifras consideráveis no mercado de housewares na década de 80. Lembro das formas de gelatinas com fundo removível - acho que foi aí que comecei a gostar de gelatina! - eram impressionantes. Mas por que eu estou falando disso num post sobre papéis?

Bem... É que hoje recebi a missão de tentar (vejam bem, é uma tentativa!) organizar os milhares de papéis que chegam à minha casa pelos correios diariamente. Fora os que nós mesmos produzimos. Vendo que comprar um móvel novo com gavetas era coisa que estava fora do orçamento, pensei em cestos, bandejas ou suportes que pudessem separar as contas pagas, das que estavam por vencer, cartas e outros lixos que precisamos entulhar, ops... guardar.

Andei, andei, andei e nada. Até que andando (hehehe)dei de cara com a linha Coza Bios. Uma marca de utilidades para o lar que me agrada pelo seu estilo leve, suas cores e design maravilhosos. Pois esta marca, que é para mim tão boa quanto a famosa tupperware, salvou meu dia.

Uma bandeja com alça será usada para as correspondências que chegam, antes da triagem, outras duas bandejas retangulares menores servirão para as contas pagas e a pagar e o porta-guardanapo será promovido a porta correspondências. Não é a glória?



Essa turma da Coza é mesmo bacana, pois superaram minha expectativa ao ajudar o meio ambiente. A linha Bios é feita de plástico e lignina, um composto a base de celulose, cânhamo, linho e sisal. Todos cultivados da maneira mais ecologicamente correta possível.


Aliás, amanhã será dia dos professores (salve, salve!). Eis um presentinho muito cute a um preço mais beautifull ainda rsrsrsrsrs. =)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Sagu com creme


Sempre quiz fazer sagu até que a Feira Regional da Escola do Bê foi a oportunidade pra experimentar uma receita da minha comadre gaúcha que faz sagu com muita frequencia e nenhuma complicação.

3 xícaras de água
1 ½ xícara de sagu
3 xícaras de vinho tinto (fiz com suco de uva concentrado porque era pra crianças e 1 xícara de água)
1 xícaras de açúcar
Cravo da índia a gosto

Fiz assim:
Deixe o sagu de molho por uma hora.
Em uma panela grande, fervi 3 litros de água e quando estiver
fervendo, acrescente o sagu e mexa levemente até levantar fervura
novamente. Desligue o fogo e deixe esfriar dentro da própria
panela tampada (mexendo às vezes), por aproximadamente 30 minutos.

Coei o sagu e lavei pra tirar toda a goma. Voltei com o sagu para a
panela, acrescente o açúcar, o suco de uva, água e o cravo (+ / - 10 unidades). Levei novamente ao fogo até que ferveu e mexi até que as bolinhas estavam todas transparentes. Tirei os cravos e reservei.

Creme:
½ litro de leite
2 colheres (sopa) de amido de milho
3 gemas peneiradas
6 colheres (sopa) de açúcar
15 gotas de essência de baunilha
1 caixinha de creme de leite.
Coloquei 1 lata de leite condensado e não usei o açúcar
Liquidifiquei o leite condensado, o leite, as gemas, amido de milho, uma pitada de sal e levei ao microondas por 8 minutos, mexendo de 2 em 2. Mexi bem, cobri com filme plástico até esfriar, acrecentei o creme de leite, bati com um fouet até ficar brilhando e distribui em potinhos de sorvete com tampa.



Para 6 tacinhas que fiz para nós separei um pouco do sagú e acrescentei um pouco de vinho tinto seco. Ficou bom, muito bom.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Lá vem o sol...

... quer dizer, já foi o sol! Ô maluquice de tempo, meu Deus!

A manhã ensolarada já deu lugar à tarde fria. Mas não tem probelma não. Hoje vou ficar em casa curtindo os mimos que comprei ontem no Saara. Como Deus é mais, ele me fez esquecer o cartão de crédito. Por isso, a Santa Sensatez baixou neste corpitcho e eu pesquisei preços, e comprei alguns mimos que adorei e sabia que não conseguiria preço melhor. Digam, meus castiçais não são lindos?!




Por enquanto eles ficarão assim, no saco bolha mesmo, a espera das outras coisas que faltam. Capice?

Flores, almofadas, arabescos.... a Confeitaria Colombo realmente inspira!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Aqueça o coração, porque o corpo... tá difícil!


O Rio de Janeiro em dias nublados fica muito esquisito. Ainda mais quando se está em outubro e você já comprou todos os vestidos longos e rasteirinhas possíveis e imagináveis para curtir a primavera-verão da cidade.

A esta altura do campeonato eu já deveria estar abusando do protetor solar, das roupas leves e da água de coco. Mas, se é para me conformar com o frio, que seja em grande estilo. Vou fazer um programa que muito me agrada: correr pelo Saara, no Centro, e me fartar com todos os doces portugueses que a Confeitaria Colombo pode oferecer. Só não sei ao certo por onde começar. Não, não é o roteiro não, porque vou direto para a Rua Gonçalves Dias. Minha dúvida refere-se aos doces mesmo: pastéis de nata e Belém, mil folhas, torre de Belém, barriga de freira, leques e geléias, afe!

Com a barriga cheia e repleta do bom gosto da Confeitaria (melhor herança da Belle Époque, diga-se de passagem), vou providenciar alguns tecidos, vasos e flores para arrumar a casa pro Natal. O que será que vou encontrar por lá?

Pensando bem, essa vida carioca em dias de chuva tem lá seus encantos...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Um brinquedo por uma brincadeira?


Dia das crianças já é no próximo domingo!


Quem tem filhos já começa a pensar no que dar de presente. Arriscar-se em meio às prateleiras das lojas de brinquedos atrás do brinquedo perfeito pode ser uma aventura daquelas. Mas tudo é tão consumista... Power Rangers, Barbies e tantos outros. No nosso tempo de infância havia uma expectativa em receber um brinquedo. Não fazíamos a menor idéia do que iríamos ganhar. Ah! E como era bom quando a gente abria aqueles pacotes todos.


Por isso nós, As Marias, vamos lançar a campanha: Um brinquedo por uma brincadeira.


Mesmo quem não é muito chegado ao universo infantil lembra, com certeza, de uma brincadeira que lhe marcou na infância. As opções são muitas... que tal um piquenique em família? Usar as sucatas de casa e fazer um brinquedo novo? Juntar a família e fazer um delicioso brigadeiro juntos? Tomar banho de mangueira? Vamos, mexam-se e coloquem a cuca para funcionar. Ou será que essa turma que visita As Marias só é boa nas panelas? Aposto que não rsrsrsrs


Tudo bem, pode dar presente, mas tem que fazer o mais importante: BRINCAR (sacaram?!)
Divirtam-se!
Katharyna


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Brownie Cookies

Consegui fazer os cookies da Cinara que há muito tempo estava programando.
São perfeitos, deliciosos e facílimos de fazer.

A receita como no site da Cinara:
2/3 xícara de gordura vegetal (usei manteiga)
1 colher (sopa) de água (não usei)
1 1/2 xícara de açúcar mascavo
1 colher (sopa) de extrato de baunilha
2 ovos
1 1/2 xícara de farinha de trigo
1/3 xícara de chocolate em pó
1/2 colher (chá) de sal
1/4 colher (chá) de bicarbonato
2 xícaras de gotas de chocolate meio-amargo (usei chocolate meio amargo picado)
Pré-aqueça o forno a 190 graus centígrados. Na batedeira, bata a gordura vegetal, a água, o açúcar e a baunilha. Acrescente os ovos. À parte, misture a farinha, o chocolate em pó, o sal e o bicarbonato. Acrescente ao creme aos poucos, e bata apenas até misturar. Com uma colher, misture o chocolate picado. Despeje colheradas da massa em assadeiras não untadas (untei as minhas, mas não havia necessidade), deixando 5cm entre elas.
Asse de 7 a 9 minutos, no máximo. Deixe esfriar por 2 minutos antes de tirar da assadeira.
Renderam 38 cookies.

São tão fáceis que, mesmo cometendo erros, deram certo e em dois dias não tinha mais nenhum.
. Quando fui pegar o chocolate vi que os meus amores (pai e filho) tinham comido tudo e corri pro mercado pra providenciar.
. Enquanto picava o chocolate liguei o forno, esqueci que a vasilha com a massa estava dentro e quase derrete tudo, esperei esfriar, juntei o chocolate picado e segui as instruções da Cinara no: http://cinarasplace.blogspot.com/

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Chapéu de couro ou bolo de frigideira



No interior em Pernambuco esse é um bolo muito comum no café da manhã, feito com farinha de trigo, milho verde ou fubá, pra reforçar a refeição e encher a cozinha de aromas maravilhosos. A minha tia Socorro fazia o melhor que já comi, com um leve sabor de limão, não sei bem o que ela colocava, mas é inesquecível.
Nada mais é do que a panqueca americana tão comum nos blogs de culinária e, por coincidência, a que eu costumo fazer aqui em casa é bem parecida com a que saiu na revista Claudia Cozinha do mês de setembro.

A minha eu faço assim:

1 ½ xícara de leite
Suco de ½ limão
2 ovos
½ xícara de manteiga derretida
2/3 de xícara de açúcar mascavo
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de aveia flocos finos
1 colher de chá de fermento
1 pitadinha de noz moscada ralada

Misturo o leite com suco de limão e reservo.
Junto os ingredientes secos e reservo.
Bato os ovos levemente e acrescento o leite e os ingredientes secos, misturando até ficar bem homogêneo.

Passo manteiga numa frigideira de teflon e vou assando num fogo brando, até criar bolhas, viro com cuidado, asso do outro, lado sempre atentando pra não queimar.
As vezes amasso duas bananas e acrescento à massa com um pouco de canela em pó. Sirvo com mel, com requeijão cremoso e geléia ou puro com cafezinho fresco.

sábado, 20 de setembro de 2008

Nigella Express

Li numa porção de blogs comentários sobre o livro, mas o post da Katita e o da Faby no Rainhas do Lar me convenceram, não tive dúvidas, corri pro site e pedi um no Submarino. Chegou no prazo certo e veio como eu esperava, cheio de receitas fáceis, simples e super úteis.
Creio que vou reproduzir e me inspirar em muitas delas.
Valeu cada centavo, o livro tem fotos lindas e um texto bem gostoso de ler.


Olha esse sundae que lindo.
Vou fazer e coloco receita depois, só reproduzir a dela não tem muita graça, quero ver se dá certo e conto aqui.

Bolo de Macaxeira

Pra diminuir um pouco da saudade de PE, um bolo de macaxeira que lembra muito o café das tardes de sábado, com meu pai, na casa da minha mãe.



É rapido e não tem erro:

Bata 1 xícara de manteiga, 1 pitada de sal e 2 ½ xícaras de açúcar até ficar um creme branco e fofo, junte 4 ovos inteiros e bata mais um pouco.

Acrescente 200 ml de leite de coco, 400 ml de leite, 1 kg de macaxeira ralada e espremida com 1 coco ralado e bata mais um pouco até misturar bem.
Forma untada, forno médio por mais ou menos 50 minutos.



terça-feira, 9 de setembro de 2008

Correria doida

Vixe que eu sumi, mas vamos limpar as teias de aranha e dar sinal de vida.

Saudade de ter tempo suficiente pra fazer um post mais arrumadinho com fotos e receitinhas detalhadas, mas a correria tá enorme.

Da cozinha tem saído uma porção de comidinha gostosa, mas tô sem fotos.

Sairam do forno:
Bolos juninos com cara de Pernambuco no São João, São Pedro e numa festa Julinha que fizemos por aqui: Pé de moleque de massa puba com muita castanha e mel de engenho; Bolo de macaxeira; Souza leão e de fubá.

Churrasco de aniversário de marido com: salada bifun, vinagrete com aroeira e um salame com provolone que compro de um mineiro que sempre passa por aqui com uns queijos e frios muito bons (inspirada na vinagrete de salame da Katita do Rainhas do Lar e que foi o destaque do dia), torta musse de chocolate e maracujá.

Quase não sobra nada pra foto que está disfocadíssima, mas dá pra ter uma idéia.



Muito espaguete a bolhonesa, carbonara e com uns molhos aproveitando o que tem na geladeira porque macarrão e vinho aqui é bem comum.

Bolos de chocolate, sem farinha, mesclado, de limão com iogurte, de banana, de maçã e outros bolos porque eu não consigo ficar sem um bolinho em casa de jeito nenhum e, por incrível que pareça, no dia que isso acontece chega visita de surpresa, mas eu não me aperto e descongelo um pãozinho de queijo delicioso da Giovanna Congelados, o melhor do sul da Bahia.

Torta mousse de chocolate amargo com conhaque e mousse de maracujá



Sopas e sopas pros dias frios e por hoje é só, depois coloco algumas fotos (porque o meu Bê me fez a gentileza de esvaziar a memória e perdi um tanto) e as receitas.

Bjs

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Bolo de Amendoim pra Santo Antonio

Dia de Santo Antonio fiz o seu bolo que é saborosíssimo, nutritivo e muito fácil.



Bati 3 gemas, 1 ½ xícara de açúcar e ½ xícara de manteiga até ficar bem cremoso (mais ou menos 5 minutos). Juntei 1 colher (sopa) de essência de baunilha, ½ xícara de leite, 1 xícara de farinha de rosca, 3 xícaras de amendoim torrado sem pele e moído (no liquidificador) e 1 colher (sopa) de fermento em pó. Misturei 3 claras em neve levemente e levei ao forno por 40 minutos em forma untada e povilhada com fr. de trigo.
* Torrei o amendoim no microondas por 8 minutos, mexendo e provando de 2 em 2 minutos.

Pode apostar que é muito bom.
Tem uma maozinha fofa pegando todos os amendoins da decoração do bolo. rsrsrs

E sábado fomos ver o Bê dançar Quadrilha na Escola, el se divertiu muito com a Carolina, sua parceira na dança e com os coleguinhas. Foi muito lindo.